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Quando eu tinha cinco anos, minha mãe sempre me disse que a felicidade era a chave para a vida. Quando fui para a escola, eles me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse, eu escrevi” feliz “. Eles me disseram que eu não entendi a tarefa, e eu lhes disse que eles não entendiam a vida.
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Não conheço uma pessoa que não goste de acordar com um bilhete, um carinho, um café na cama, um beijo, um abraço, um telefonema “dormiu bem?”, um sorriso, um chamego. Não conheço uma única alma que nunca pensou em ter alguém para ligar no meio da tarde só para dizer que estava com saudade. Aposto que você, você que diz não ser romântico, se emociona quando vê uma cena de amor no cinema. Sei que você gosta que te façam mimo quando você adoece. Sei que você gosta de ouvir como é importante para alguém. Sei que você gosta de florzinhas na mesa na hora do jantar, sei que você gosta de dançar coladinho, sei que você fica feliz ao receber um cd gravado com músicas exclusivas. Músicas exclusivas que alguém exclusivo gravou para você simplesmente pelo fato de você ser exclusivo.
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A noite
sabe ser cruel
com aqueles
que amam.
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Fiquei triste o dia inteiro, aí você me procura, inevitável, acabei sorrindo ao ver você falando comigo.
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Tanta gente procurando a amor da sua vida, eu apenas querendo alguém que me entenda.
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Buscando em outros braços, seus abraços.
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Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza.